Mercados globais empolgados e investidores ansiosos à espera dos informes trimestrais dos maiores bancos norte-americanos. O que se viu nesta segunda (13/07) foi uma imensa expectativa de que as corporações americanas trariam resultados positivos em seus balanços.

Isso ocorre porque, mesmo sob efeito colateral do Covid-19, os indicadores da economia ianque esboçam reação ágil, responsiva e com forte retomada. Injeção de ânimo suficiente para elevar o movimento de todos pregões mundiais.

Os futuros da Dow Jones (às 16h41) registravam 26.175,56 pontos com elevação de 0,38%. O S&P 500 atingiu desvalorização de -0,68% a 3.163,53 pontos.

Nesse sentido, as bolsas europeias encerraram o dia com ganhos de: DAX (GER) + 1,32%, a 12.799,97 pontos., CAC-40 (FR) + 1,73% a 5.056,23 pontos., FTSE 100 (GR) + 1,33% a 6.176,19 pontos, Ibex-35 (ES) + 1,45 % a 7.426,90 pontos e Ftse -Mib (IT) + 1,19 % a 20.003,25 pontos.

Os pregões asiáticos demonstraram valorizações de: Nikkei (JP) + 2,22% a 22.784,74 pontos, Hang Seng (Hong Kong) + 0,17% a 25.772,12 pontos e KOSPI (Seul) + 1,67% a 2.186,06 pontos, Taiex (Taiwan) + 1,14% a 12.211,56 pontos e Xangai (CH) +1,77%, a 3.443,29 pontos.

Muito embora o panorama desponte otimista, a tensão entre a China e os EUA permanece latente. A título de retaliação, os chineses noticiaram que imporão sanções contra 4 autoridades estadunidenses.

Em terras brasileiras, o Ibovespa escorrega, não mantém o embalo da sexta (100 mil pontos) e fecha em baixa de: -1,33% a 98.697,06 pontos.

Destaque para as ações: IRBR3.SA (+5,65%), CSNA3.SA (+3,92%), EGIE3.SA (+2,47%), CVCB3.SA (+2,36%) e BRAP4.SA (+1,57%)

Já dentre as maiores baixas temos: ABEV3.SA (-5,72%), CYRE3.SA (-5,32%), NTCO3.SA (-5,07%), YDUQ3.SA (-4,42%), UGPA3.SA (-4,38%).

Dólar

A moeda norte-americana, em valorização, termina o dia cotada em R$ 5,388 registrando alta de +1,21%.

Ultimamente, ainda que o dólar tenha oscilado em torno de R$ 5,30; alguns bancos – como o Credit Suisse – estimam que a moeda termine o ano cotada em R$ 6,00.

PIB

A boa notícia é que economistas revisaram as estimativas do PIB 2020, crentes de que haverá uma melhora. Deste modo, a retração permanece, porém menos acentuada, declinando para: – 6,10%.

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