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Bolsa volta a subir após resultados corporativos positivos e alta no exterior

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Desdobramentos da eleição norte-americana e avanço do Covid-19 na Europa e EUA seguem no radar dos traders. Além do aumento no contágio, o receio é que o resultado das votações seja contestado e acabe parando na Suprema Corte Americana. 

Toda a expectativa em relação à aprovação de um pacote de estímulo fiscal estadunidense caiu por terra após Trump prometer que essa medida só virá após o resultado das urnas.

Tal pessimismo respingou nos mercados asiáticos que encerraram os acionários majoritariamente no vermelho. Exceto, a China que obteve bons ganhos das ações de saúde.

Apesar do Banco Central japonês ter reduzido a projeção de crescimento econômico para 2020, o esperado é que em 2021 volte aos eixos.

Inclusive, o banco sinalizou que, se necessário, adotará medidas de flexibilização monetária e ampliará (até março) o programa de resposta à crise, assim, ajudando empresas em dificuldades.

Já na zona do euro, as bolsas operaram no terreno negativo em grande parte do dia. Mas, após o anúncio de que Banco Central Europeu ampliará os incentivos fiscais, houve leve melhora nos ativos.

No entanto, esses ganhos são limitados, já que não são suficientes para cobrir as sucessivas perdas acumuladas nos pregões europeus. Ainda assim, é inegável o esforço feito para reativar o mercado local.

Dessa maneira, encerraram as bolsas orientais: Xangai Composto (China) +0,11% a 3.232 pontos, Shenzhen Composto (China) -0,47% a 2249 pontos, Kospi (Seul) -0,79 % a 2.326,67 pontos e Nikkei (Japão) -0,37% a 23.331,94 pontos, Taiex (Taiwan) -1,02%, a 12.662 e Hang Seng (Hong Kong) -0,49% a 24.586,60 pontos.

Já os pregões europeus finalizaram assim: FTSE 100 (Londres) -0,02% em 5.581,75 pontos, CAC 40 (Paris) -0,03% a 4.569,67 pontos, FTSE MIB (Itália) -0,14% a 17.872,28 pontos, DAX (Alemanha): +0,32% a 11.598,07 pontos, IBEX 35 (Madri) -0,97% a 6.411,80 pontos e PSI 20 (Lisboa) -0,66 % a 3.863,20 pontos.

O Índice Dow Jones encerrou o pregão com ganhos de 0,52% e o S&P 500 apresentou alta de 1,19% a 3.310 pontos.



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Ibovespa

Motivada pela boa performance do PIB estadunidense (alta recorde de 33%) e bons resultados mostrados pelos balanços trimestrais da Petrobras e da Vale, a operação do Ibovespa de hoje, embora com muita oscilação, termina o dia com ganho de: +1,27% a 96.582.

Movimentação das ações

Nos papeis que operaram em altas, tem-se:

• Cogna (COGN3) – 6,28%

• Rumo Log (RAIL3) - 4,55%

• Fleury (FLRY3) – 4,49%

• Via Varejo (VVAR3) – 4,34%

Maiores baixas:

• Ambev (ABEV3) – 3,59%

• Carrefour (CRFB3) – 2,52%

• Ez Tec (EZTC3) – 2,25%

• Gol (GOLL4) – 1,83%

Dólar

A moeda americana ficou no zero a zero, fechando cotada a R$ 5,76.

Com o claro propósito de conter a valorização do dólar, desde o mês de março, o Banco Central do Brasil promove a venda de suas reservas no mercado financeiro – total de US$ 23,451 bilhões.

Além disso, há uns meses, adotou outra frente: os leilões de swap futuro. Com isso, o Bacen opera sem ter que se socorrer das reservas internacionais, já que o swap é uma venda de dólares no mercado futuro.

Assim, consegue aliviar a pressão do dólar ante o real.

Cenário Doméstico

Por aqui, fala de Guedes causa reboliço no mercado e investidores se mantêm antenados com a possibilidade da criação de um imposto digital nos moldes do extinto CPMF.

Por fim, embora o déficit mensal do governo tenha reduzido para R$ 76 bilhões de reais, a somatória anual atinge o patamar de R$ 677 bilhões.



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