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Em dia de vencimento de opções, Ibovespa fecha em leve alta de 0,35%

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Nesta segunda-feira (19), o que prevaleceu durante todo o pregão foi uma alta volatilidade, predominantemente por conta do vencimento de opções. Chegou a dar a impressão de que o Índice atingiria os 100 mil pontos novamente, mas escorregou e encerrou a sessão do dia com ganhos de +035% a 98.658 pontos.



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Movimentação das ações

Dentre as maiores altas temos:

• Cielo (CIEL3) - 6,74%

• BR Malls (BRML3) - 5,42%

• Gol (GOLL4) - 4,51%

• IRB Brasil (IRBR3) – 4,41%

Já as maiores baixas foram:

• JBS Friboi (JBSS3) - 4,56%

• BRF (BRFS3) - 3,09%

• B2W Digital (BTOW3) - 3,05%

• Marfrig (MRFG3) - 2,70 %

Dólar

A moeda americana teve queda de - 0,73%, fechando cotada a R$ 5,6.

Cenário Doméstico

O presidente da Câmara se posiciona favorável ao cumprimento do teto de gastos fiscais 2021. Com isso, ele deixa claro que é contra a prorrogação do decreto de calamidade pública e, como consequência, a ampliação do auxílio emergencial.

A questão é que há outro grupo de parlamentares que busca meios de estender a PEC.



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Mercado Internacional

A China continua surpreendendo o mundo com a performance de sua economia, pois o PIB do terceiro trimestre avançou 4,9% e as vendas no varejo cresceram 3,3% em setembro, índices que superam os de 2019.

Apesar do resultado ter sido bem recebido, a expectativa era que o indicador alcançasse a ordem de 5,2% para o período.

Mas, nem todos países asiáticos acompanham o mesmo ritmo, o Japão, por exemplo, viu suas exportações reduzirem em 4,9% em setembro (comparado ao ano passado). Por lá, a economia está em recessão.

A boa notícia que injetou ânimo nos pregões partiu da congressista Nancy Pelosi. Ela crê que o pacote de estímulos fiscais estadunidenses será aprovado até amanhã (20/10).

Otimismos a parte, os traders globais permanecem cautelosos em relação a assumir riscos. Afinal, além do incentivo americano, aguardam a publicação dos balanços do 3º trimestre.

Na zona do euro, embora os acionários tenham esboçado uma boa reação no início das sessões, as incertezas provocadas pela alta no contágio da Covid-19 (97 mil contaminações por dia) somadas ao impasse do Brexit prejudicaram a evolução das bolsas europeias que amargam quedas.

Sem viés único, encerraram os pregões asiáticos: Xangai Composto (China) - 0,71% a 3.312,67 pontos, Shenzhen Composto (China) - 0,82% a 13.421,19 pontos, Taiex (Taiwan) +1,24%, a 12.908,34 pontos, Hang Seng (Hong Kong) +0,64% a 24.542,26 pontos e Kospi (Seul) +0,22% a 2.346,74 pontos e Nikkei (Japão) +1,11% a 23.671,13 pontos.

Negativas, finalizaram as bolsas europeias: FTSE 100 (Londres) - 0,59%, em 5.884,65 pontos, DAX (Alemanha): -0,42 % a 12.854,66 pontos, CAC 40 (Paris) –0,14% a 4.929,16 pontos, FTSE MIB (Itália) -0,08 % a 19.374,21 pontos, IBEX 35 (Madri) +0,15% a 6.860,20 pontos e PSI 20 (Lisboa) -0,23 % a 4.218,21 pontos.

Os futuros da Dow Jones (às 14h41) registravam 28.450,43 pontos com recuo de –0,54%. O S&P 500 com queda de –0,58% a 3.463,67pontos.

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Luis Outi

https://investidorindependente.com/

Amante do mercado financeiro. Trabalho no mercado financeiro desde 2008, especializado no mercado de renda variável e de derivativos, também conhecido como opções.